quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Atención en primaria e infantil: Los traductores de papiros Nivel inicial I

Nueva actividad para trabajar la atención la memoriay el razonamiento lógico. Con el divertido nombre de LOS TRADUCTORES DE PAPIROS. Para que sea más divertida y atractiva hemos preprado esta introducción que hará que nuestros alumnos se interesen por realizar la actividad. En un viaje de vuestros padres por el antiguo Egipto, os han traído un regalo muy original, un papiro donde hay unos dibujos muy interesantes. Vuestros padres os cuentan que en el papiro están representadas por un jeroglífico de dibujos, diferentes palabras. Además del papiro, os han dado un papel mágico para poder traducir los jeroglíficos. 

EJEMPLO DE LA ACTIVIDAD
INCLUIMOS LAS SOLUCIONES
DESCARGATE LA ACTIVIDAD EN PDF
EL ALFABETO EGIPCIO

segunda-feira, 30 de julho de 2012

A Neurociência parceira da Educação!

Colaboração da tutora UFSC Mara Gonzalez <lincmara@ig.com.br>


No dia 13 de julho de 2012, a UFSC teve o privilégio de receber o neurocientista e matemático francês Dr. Stanislas Dehaene, diretor do INSERM – CEA Cognitive Neuroimaging (França) para palestras e lançamento do seu livro Reading in the Brain. No Brasil, o livro, com 374 páginas, foi publicado pela Editora Penso, de Porto Alegre, e o título recebido em português foi Os neurônios da leitura, como a ciência explica a nossa capacidade de ler, com a assessoria e a tradução esmerada realizada pela professora emérita da UFSC, Dra. Leonor Scliar-Cabral.

A obra foi reconhecida pelo prestigioso jornal The Washington Post como o melhor livro científico do ano. Entre outras razões que se descobre à medida que se lê, acaba por se confirmar como uma importante ferramenta para todos, sejam educadores, pais, os mais diversos profissionais da saúde, etc. No Centro de Eventos da UFSC, no auditório Garapuvu, o Dr. Stanislas, diante de um público atento que era tanto de Santa Catarina como de outras regiões do Brasil, e composto em sua grande maioria por educadores, expôs suas pesquisas com simpatia e simplicidade. O Dr. Stanislas apresentou resumidamente suas pesquisas e fez o auditório refletir sobre o processamento da aprendizagem da leitura diante das novas contribuições que a neurociência tem trazido. Houve, após a palestra, o Colóquio: Neurociência na Região Sul cujo debate foi interessante. Seguido do lançamento oficial do livro com direito aos autógrafos.

Um dos pontos fortes na pesquisa é a abordagem sobre como se processa a leitura e podemos citar também a abordagem sobre dislexia apresentados como frutos de pesquisas e interações com outras equipes de trabalho a nível mundial. A contribuição da ciência para entender melhor como uma pessoa aprende a ler e se realmente lê ou não, as dificuldades que uma pessoa disléxica apresenta, foram explicadas de forma didática. Por isso, para quem se interessa pelo tema, a obra lançada é uma leitura ideal para educadores em todos os âmbitos; assim como todos que compõem uma equipe multidisciplinar de ensino e aprendizagem, incluindo pais que procuram entender melhor o momento de aprendizagem de seus filhos.

Um bom começo também será acompanhar as descobertas sobre o funcionamento do cérebro e como se relacionam com aprendizagem de leitura. A plasticidade neuronal também é um assunto para que todos fiquem por dentro. Saber mais como se dá o processo neuronal e a maravilha que foi “a invenção da leitura”, sem dúvida nos levarão a uma reflexão sobre como aproveitar estas descobertas e enriquecer nosso dia a dia.

Confira o Raio X do livro


Neurônios da Leitura é um livro que apresenta a lógica oculta da ortografia. Com exemplos práticos e os resultados de uma pesquisa pioneira, você irá descobrir como as línguas e o sistema da linguagem são processados. A conclusão? O cérebro possui uma força e uma capacidade inimaginável de se adaptar e de se transformar.

Os capítulos abordam como se dá o processo de leitura, o funcionamento do cérebro, como ocorreu a invenção da leitura e como o ser humano aprende a ler. Aprofunda-se, também, nas questões relacionadas com dislexia, leitura e simetria. O autor propõe a construção de uma cultura dos neurônios, com grande impacto na área de aprendizagem e educação. Leitura imperdível.

Livro: Os neurônios da leitura
Autor: Stanislas Dehaene
Tradução: Leonor Scliar-Cabral
Editora: Penso / Grupo A
Ano: 2012
No. Páginas: 374
Preço: R$ 70,00

Informações retiradas do blog: Neurônios da Leitura

Conheça mais informações no blog Neurônios da Leitura:

domingo, 1 de julho de 2012

Procesos revolucionarios, bibliotecas y movimientos culturales

Libro en acceso abierto: Procesos revolucionarios, bibliotecas y movimientos culturales [XXVIII Coloquio de Investigación Bibliotecológica y sobre la Información]

Disponible para consulta y/o descarga aquí:
<http://132.248.242.3/~publica/archivos/libros/xxviii_coloquio_cuib.pdf>.





Para conocer más informaciones, visita la página de UNAM en el facebook.

sábado, 30 de junho de 2012

Aprendizagem desafiadora com currículos mais flexíveis

Num mundo cada vez mais complexo e heterogêneo, a educação precisa dar passos mais acelerados e respostas mais coerentes, com novas formas de desenvolver competências cognitivas, relacionais e éticas.

Aprendizagem ativa, lúdica e diversificada

Quanto mais informação, mais importante é saber escolher, avaliar as informações importantes em cada etapa da aprendizagem, contextualizá-las, sintetizá-las e interligá-las com as atividades concretas pessoais e grupais. Não basta compreender, é fundamental também saber conviver presencial e digitalmente, saber acolher, interagir, colaborar física e online e mostrar coerência ética nas mais diferentes situações.

Com tantos jogos hipersensoriais em tantas telas e situações, a aprendizagem está mais e mais mediada por situações lúdicas, individuais e grupais, que facilitam a experimentação, a vivência sem perigo de desafios fascinantes, de simulação hiperrealista de competições. Mas o processo de aprender se potencializa se há uma reflexão mais sistemática e aprofundada após o jogo, se os alunos ultrapassam o nível sensorial e do senso comum e conseguem realizar sínteses elaboradas e captar relações muito mais ricas do que as sensoriais.

A aprendizagem avança mais por desafios, por interação com práticas significativas e reelaboradas cognitivamente. Todos os espaços são potencialmente ricos de aprendizagens significativas, os espaços próximos e os distantes, os formais e informais, os escolares, profissionais e os sociais. Infelizmente muitos se perdem no emaranhado das dispersões, do entretenimento auto-referente, do surfe inconseqüente. A tentação de querer acompanhar tudo, de abrir múltiplas janelas contribui para a superficialidade da percepção, para uma tensão em relação às perdas inevitáveis, a uma dificuldade de fazer escolhas enriquecedoras e de médio prazo.

Caminhamos aceleradamente para que a maioria das escolas e dos alunos tenha muito mais acesso e contato com as tecnologias digitais móveis, possibilitando a criação de múltiplas redes de aprendizagem entre iguais e diferentes, entre próximos e distantes, entre pessoas de áreas de conhecimento muito diversificadas. Quanto mais ampliamos nosso contato com os diferentes, mais pontos de vista incorporamos, maior leque de opções teremos e mais sinergia possível.

Para ler o post na íntegra, visite o site do prof. Moran: Educação humanista inovadora

terça-feira, 5 de junho de 2012

5 FERRAMENTAS PARA PEGAR PLAGIADORES NO ATO

Ser vítima de plágio é um medo de muitos blogueiro. Entretanto o hábito de copiar e colar sem dar créditos a fonte é algo que se prolifera na blogosfera como uma praga. Para quem está interessado em descobrir se está sendo vítima de kibadores (blogueiros que copiam textos alheios) existe uma quantidade considerável de ferramentas gratuitas disponíveis na internet. Quer saber quais são algumas delas confira a lista abaixo:

1 – Viper
Esse programa gratuito promete te ajudar a pegar aquele kibeiro que copiou o seu texto e nem mencionou seu nome no post. Entretanto é bom ter cuidado, as vezes esse programa confunde postagens parecidas com plágio. Lembre-se, no mundo da Internet se você tem uma grande ideia outras milhares de pessoas também a tiveram.

2 – Plagius
Quer pegar aquele seu estudante metido a esperto no flagra? O plagius é o seu programa. Esse softwere analisa documentos em diversos formatos, que vão do PDF ao OpenOffecce. A vantagem dessa ferramenta está na simplicidade do seu uso.

3- Plagium
Para quem está interessado em pegar um kibeiro, mas não gosta muito de ficar instalando programas em seu computador o site plagium é o que eu você precisa. Essa ferramenta faz uma busca na web para encontrar kibeiros que andaram plagiando no seu blog.

4 – AntiPlagiarist
Esse programa é outra ótima pedida para pegar kibadores no flagra. Com uma interface simples que não exige grandes esse softwere percebe plágio tanto na rede como em trabalhos acadêmicos.

5 – Embed Article
Serviço gratuito via web que tem como objetivo encontrar cópias não autorizadas do seu texto. Com o Embed Article kibadores não tem muita vez. Esse tipo de ferramenta é vantajosa por economizar espaço na memória do seu computador e para quem não tem super-máquinas isso vale ouro.

Como não poderia ser diferente, confira os links no post original, no Site Nuvem Digital.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

El pedo argentino

Esto aconteció y tuvo como protagonistas a una familia rioplatense y una visitante canadiense que se alojó en su casa por espacio de tres meses. La historia es digna de un profundo análisis lingüístico y, palabra más, palabra menos, es totalmente verídica. 

Transcurría un plácido almuerzo, cuando de pronto, la ilustre visitante, en un castellano con marcado acento canadiense, preguntó inocentemente:

- Pero.... para ustedes ... ¿todo es pedo?
- ¿¿¿Cómo...???
- Sí, claro...Es que hay cosas que todavía no entiendo del todo....
- ¿Por ejemplo?
- Hoy Agustín fue caminando hasta el centro a cambiar una remera y el negocio estaba cerrado. Cuando volvió dijo: 'Me hicieron ir al pedo'.
- Claro, eso significa que fue de gusto... o sea, en vano, inútilmente..
- Sí, sí, pero en plural es diferente. Cuando el otro día vinimos en taxi, al bajar Micaela dijo: 'Este tachero nos trajo a los pedos'...
- Eso quiere decir que venían rápido...
- Sí, ya me di cuenta. Pero me resulta difícil entender la diferencia del singular al plural... Además... hay otras frases que no son lo mismo, por ejemplo: Estar 'en' pedo, que estar 'al' pedo.
- Claro, estar 'en' pedo, es estar borracho; estar 'al' pedo, es estar sin hacer nada...
- ¡Eso! ¡eso!, suena parecido a ir 'al pedo'... Pero.... también lo usan cuando quieren significar negativa a hacer algo...
- A veces, en ese caso decimos: - 'No voy a ir ni en pedo', que significa que de ninguna manera lo haremos, o sea... ni borracho iría, ¿me entendés?
- Sí, ahora sí. Aunque todavía me queda otra; cuando el otro día Agustín no puso la mesa y vos te enojaste, Agustín luego me contó que vos lo habías 'cagado a pedos'....
- Sí, en ese caso quiere decir que lo reté, que le llamé la atención...
- Ahora entiendo un poco más... pero... me acordé de otra. Cuando fuimos al partido de fútbol y el delantero hizo un gol, el comentario de Agustín fue: 'Le salió de pedo'...
- Eso significa que lo hizo por pura suerte, que fue de casualidad...¿sí?
- Sí. Una última pregunta....¿qué quieren decir cuando Micaela le dice a Agustín: '¿¿¿¡¡¡vos... te tiraste un pedo!!!???'
- Ah no, disculpame, los otros pedos no importan, pero eso… no se dice, es de muy mala educación decirle a otro en público, que se tiró un pedo...
ES AL PEDO TRATAR DE EXPLICAR NUESTRO IDIOMA A UN EXTRANJERO ...
...
 y a otros hispanohablantes, diría yo.
Mensaje enviado para Paula Balbis por e-mail de: Jaime de Vigo

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Plataforma de ensino à distância de MIT e Harvard

As duas melhores universidades do mundo – MIT e Harvard – fizeram um anúncio que estabelece um marco na história da educação. Uma plataforma conjunta na internet de ensino à distância (veja mais detalhes aqui). Ninguém que se interessa pela aprendizagem poderá deixar de acompanhar essa experiência.
Afinal, não é apenas um sistema de cursos à distância, o que já existe. E nem pelo fato de que são as duas universidades que, no ranking mundial, ocupam os primeiros lugares em qualidade.
A proposta é ser um laboratório, em que se descubra como se aprende na internet e quais os recursos precisam ser inventados para resolver as falhas.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Los usuarios de redes sociales consiguen más empleo

Más de 22 millones de trabajadores estadounidenses han conseguido sus empleos actuales gracias a sus conexiones en redes sociales
Es un dato extraído de una encuesta realizada por el fabricante de software Jobvite. 
Este dato implica un aumento de un 53% respecto a la misma encuesta realizada el año pasado. 
La encuesta se realizó a 1.200 trabajadores, un 69% de los cales fueron clasificados como solicitantes de empleo a aquellos que se encontraban en un periodo de búsqueda activa de un trabajo como los que cambiarían de empleo si se presentara una oportunidad.
Las redes sociales cada vez mezclan más ocio con trabajo y su uso puede ayudar a buscar empleo, especialmente en estos momentos donde los departamentos de Recursos Humanos prefieren tirar de contactos antes que apostar por alguien sin referencias. 
Según la encuesta Jobvite calcula que 18,4 millones de estadounidenses encontraron su trabajo actual a través de Facebook
Más de diez millones lo hicieron a través de LinkedIn y ocho millones hicieron lo propio usando Twitter
La suma es superior a los 22 millones porque varias personas dijeron haber usado varias redespara buscar empleo.
Según la encuesta el 86% de los encuestados tenía un perfil en alguna red social. 
La más usada es Facebook (84%) y le sigue Twitter (39%) y LinkedIn (35%). 
El 31% de los encuestados tenía un perfil en las tres. 
Las redes sociales se pueden usar de varias maneras para buscar y encontrar trabajo. Una de ellas es dejar bien claro a tus contactos que estás en un periodo de búsqueda activa de empleo
Otra es suscribirse a fuentes de información sobre empleo. 
Pero también son una presentación de nuestro currículum y nuestra persona. 
Cada vez más departamentos de Recursos Humanos revisan los perfiles sociales de las personas que están en un proceso de selección para un puesto de trabajo ofertado.

Fuente: Conectividad

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Objetos de Aprendizaje


Para que puedan disfrutar de los recursos gratuitos que hay en internet, les disponibilizo varias opciones de páginas con objetos de aprendizaje para nuestras clases. Acaso conozcan otros interesantes, por favor, comenten este post. Gracias!

domingo, 18 de setembro de 2011

Generador de Comics

En esta página, podemos crear historietas/comics muy interesantes :) Es increíble!!


http://www.genmagic.net/generadordefichas/fichasdelengua/fcontes2.html


Enlaces de obras digitales


Estimados, comparto con ustedes enlaces interesantes para nuestra vida:



















Plan de clase español y otras materias

Estimados, les recomiendo una excelente página para que puedan utilizar como soporte en sus clases. La página ofrece recursos educativos que serán una gran herramienta para tu trabajo en el aula.

Hay muchas opciones de planes de clase para primaria y secundaria :)

Disponible en: eleducador.com

Crie dados de textos e imagens


Encontrei este site que monta dados para jogar com textos e imagens. A gente pode selecionar as opções e depois imprimir e recortar! Pode ser muito bem usado em aulas de língua estrangeira. Está em inglês, então, a sugestão é usar o Chrome!

Disponível em http://www.toolsforeducators.com/dice/

Cartografía de una historia

Los estudios de algunos autores sobre los textos narrativos originaron las denominadas gramáticas de la historia (story grammars), como un intento de aislar los elementos fundamentales de las narraciones. En resumen, esa expresión se relaciona con el uso de los esquemas, que nos ayudan a retener mejor la información. En las experiencias de las que se habla en este post, es Google Maps quien nos demuestra que puede haber otras formas de esquematizar y de narrar.
Las story grammars, o gramáticas de la historia, se nos presentan como modelos que desarrollan la estructura interna de los relatos, y sirven para identificar la información más sobresaliente. Una de las gramáticas narrativas más conocida, dirigida a cuentos sencillos, divide a esos textos en tres partes: el escenario o ambiente inicial, el desarrollo y el desenlace.
De esa evidencia se deriva la cartografía de un cuento, que implica la elaboración de un mapa visual del mismo. Por eso, cartografiar una historia consiste en la realización de un esquema gráfico que refleje sus principales elementos, o la sucesión de las escenas narrativas, o las acciones de los personajes. Pero nuestro compañero José Luis Gamboa, profesor de bachillerato, ha ido un poco más lejos. En lugar de usar una plantilla de papel para hacer la cartografía (el esquema), ha utilizado los recursos que ofreceGoogle Maps. De esa manera, nos muestra que también se puede realizar la narración de una historia en su propio mapa geográfico.
En uno de sus blogs, podemos ver un interesante ejercicio de narración que ha llevado a cabo con esa herramienta. Participaron dos aulas con alumnos de Acceso a las Pruebas de Ciclo Superior, mayores de 18 años, pero con un nivel de Tercero de Secundaria. El proceso que siguió fue el siguiente:
  • Propuso varias noticias recogidas de periódicos para que sus alumnos eligieran una, y así les sirviese de argumento.
  • Conocida la historia, los alumnos decidieron cómo contarla: tipo de narrador, clase de narración, lugares, personajes, etc.
  • En cada aula, entre todos los alumnos, se fue creando el cuento, mientras que uno de ellos lo iba copiando en la pizarra.
  • Después se corrigió el estilo y la ortografía.
  • Al final, se troceó para que la narración apareciera en las ubicaciones decididas, y él mismo lo pasó a Google Maps.
  • Los enlaces a las fotos y a la música, aunque acordados con cada clase, también han sido cosa suya.
Para leer todo el post, clic aquí.

La ciencia es divertida

Excelente página con pistas para clases de ciencias. Es una buena opción para compartir con los alumnos por la facilidad de entendimiento.
Algunos ejemplos:
  • ¿Por qué Newton pasó en vela la noche del 29 de enero de 1697?
  • ¿Por qué salió Arquímedes desnudo de su casa?. Y mucho más...
  • ¿Qué significan los octanos de las gasolinas? ¿Cómo podemos reducir el consumo del coche?. Y mucho más... 
  • ¿Quién quemó un diamante con una lupa? ¿Qué elemento brilla en la oscuridad con luz fantasmagórica ? Curiosidades de 112 elementos.
  • Mide tu tiempo de reacción. Experimentos en un mar de aire. ¿Qué hay en una tinta? El Ludión : un juguete con historia. Y mucho más...
  • Preguntas para que te devanes los sesos con respuestas que te sorprenderán.
  • Textos antiguos en los que encontrarás respuestas a muchas preguntas: ¿Qué es Ciencia? ¿Cómo embalsamar?. Y mucho más...
  • ¿Se debe añadir la leche al té o el té a la leche? ¿Cómo funciona un horno de microondas?. Y mucho más...
  • Las máquinas voladoras más pesadas que el aire son imposibles ¿Qué famoso científico lo dijo?. Y mucho más...
  • ¿Para qué sirven todos estos aparatos? ¿Sabes quién escribió todos estos influyentes libros? .Y mucho más...

Si te ha gustado lo que aquí has visto y quieres saber más, visita la página de ntic.educaion.es.

12 Acessórios YouTube úteis para professores e alunos



YouTube tem uma tonelada de conteúdo educacional útil. Consulte o link http://freetech4teachers.com/ e veja a infinidade de recursos! Se você utilizar o Chrome, pode traduzir diretamente a página, pois está em inglês! Boa diversão!

Você também pode usar os recursos de anotação no YouTube para criar "escolher a sua própria aventura" vídeos. Para saber como, clique aqui!

E-LEARNING-INCLUSIVO

En E-LEARNING-INCLUSIVO el aprendizaje deja de ser un proceso pasivo para ser autodirigido,y autocontrolado. Así, el aprendizaje no está dirigido por el formador sino que está básicamente centrado en los alumnos. Es un tipo de aprendizaje que contrasta con el aprendizaje formal. Hager establece las diferencias en los siguientes términos:
 
 
  • El formador controla el aprendizaje formal mientras que es el alumno el que controla el aprendizaje informal: el aprendizaje formal se planifica mientras que el informal no.
  • El aprendizaje formal se desarrolla en instituciones educativas, en el trabajo y es ampliamente predecible. El aprendizaje informal no es predecible y no posee un currículo formal.
  • Tanto en las instituciones educativas como en la formación, el aprendizaje es explícito: se espera que el que ha asistido a formación sea capaz de demostrarlo mediante exámenes escritos, respuestas orales, etc.
  • El aprendizaje informal generalmente es implícito, y en general el aprendiz no es consciente de lo que sabe, aunque sea consciente de los resultados de ese aprendizaje.
  • En el aprendizaje formal se pone énfasis en la enseñanza, en el contenido y la estructura de lo que va a ser enseñado, mientras que en el aprendizaje informal el énfasis es en el que aprende.
  • En el aprendizaje informal el énfasis recae en los alumnos como individuos o en el aprendizaje individual, mientras que el aprendizaje informal a menudo es colaborativo.
  • El aprendizaje formal es descontextualizado, mientras que el aprendizaje informal es de naturaleza contextualizada
  • El aprendizaje formal toma forma en términos de teoría (o conocimiento) y después práctica (aplicación de la teoría), mientras que el aprendizaje informal tiene que ver más con conocer cómo se hacen las cosas. http://juandon.posterous.com/aprendizaje-informal-los-escenarios-de-aprend
 
Una de las aportaciones reales y constatables que e-learning-Iinclusivo está haciendo a la enseñanza y a la formación consiste en acelerar el debate de la eficacia de los modelos tradicionales de formación. Una sociedad en red que aprende en red no puede seguir manteniendo instituciones formativas basadas en la mera transmisión de la información o de conocimiento desde el que sabe al que se supone que no sabe.
 
Estamos avanzando rápidamente hacia modelos de aprendizaje alternativos que desde un punto de vista genérico se denominan como constructivistas en los que el énfasis se sitúa en la orientación y apoyo a los estudiantes en la medida en que estos aprenden a construir su conocimiento y comprensión de la cultura y la comunidad a la que pertenecen, lo que George Siemens y Stefen Downes, han llamado MOOCs.

Ver + en juandon


Software libre para diseño de imágenes

El software libre es una opoción gratuita (y legal) para los que queremos integrar las TIC en el aula. En este video veremos una lista muy interesante de programas libres que nos permiten trabajar con imágenes en la creación o manipulación de las mismas.

Estos son buenos recursos que a la vez nos ayudan a inculcar en los niños la mentalidad de la legalidad en el uso de software.



Disponible en docente2punto0

quinta-feira, 16 de junho de 2011

7° e-Learning en ACCIÓN 2.0 [11] en México DF

En el marco del XII Encuentro Internacional Virtual Educa México 2011, tendrá lugar la séptima edición del principal evento de casos de e-Learning de Iberoamérica. Se llevará a cabo el día 23 de junio de 2011en las instalaciones del Tecnológico de Monterrey, en la Ciudad de México; bajo la organización del Centro de e-Learning de la UTN-FRBA y la revista Learning Review.
En e-Learning en ACCIÓN se presentan Casos de e-Learning, a través de los cuales se exponen experiencias concretas de implementación de proyectos de e-Learning en empresas privadas, instituciones educativas y gobiernos. Asimismo, durante el evento tienen lugar los EvaluaTech, a través de los cuales se realizan demostraciones de herramientas, plataformas y metodologías de e-Learning.
El evento será trasmitido online en forma gratuita a todo el mundo, a través de este sitio web. Pre-inscríbase ahora!
Más informaciones en la página del evento!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Como garantir a segurança do seu filho nas redes sociais



Cuidado online 


:: Não proíba seus filhos de entrar em redes sociais, e sim permita o uso sob sua orientação;
:: Mantenha-se aberto ao diálogo com a criança, de modo que ela se sinta à vontade de contar se algo errado ocorrer;
:: Não a impeça de fazer alguma coisa na rede sem explicar o porquê da proibição. A melhor estratégia é educar a criança a saber se cuidar, a discernir desde cedo o que é inadequado. Por isso, deixe claro quais são os perigos de certas atitudes 
:: Controle as informações que a criança divulga no perfil: ele deve ter o mínimo de dados, sem endereços e telefones;
:: Cuide o tipo de foto divulgada: elas não podem facilitar o reconhecimento da criança ou de endereços e nome da escola que ela frequenta;
:: Instrua seus filhos a evitar comentários sobre horários e lugares onde estarão;
:: Diga à criança que ela não deve aceitar ou conversar com estranhos. Explique que é a qualidade dos amigos que importa, e não a quantidade;
:: Insista para que seu filho jamais aceite convite de encontro presencial com quem não conhece;
:: Troque a senha do perfil periodicamente;
:: Caso seu filho seja agredido por estranhos, configure sua conta para bloquear os contatos indesejados.

A reportagem completa pode ser lida na íntegra no Donna DC.