terça-feira, 13 de agosto de 2013

Winwe: rede social é uma espécie de banco de tempo livre

Criado em junho deste ano, o  Winwe é uma rede social colaborativa  que oferece aos usuários serviços e eles, por sua vez, ganham créditos e trocam por outros serviços. Para Marcelo Spinassé, um dos idealizadores do projeto, todas as pessoas que participam se ajudam e ganham um tempo para fazer as atividades que gostam.

A rede é aberta para pessoas de todas as idades, habilidades e experiências. “O Winwe não é uma organização voluntária ou beneficente. Se uma pessoa possui uma habilidade e certo tempo livre para ajudar um amigo, pode participar. Em troca, receberá uma ajuda de outro amigo em algo que necessita”, explica Marcelo.

Ao se cadastrar no site o usuário ganha créditos, batizados de “Jobs”. Feito este processo, ele já pode começar a pedir e oferecer serviços. Vale lembrar que a rede social ainda está integrada ao Facebook e ao Google Maps. Desta forma é possível saber quem está contratando o serviço e também onde a pessoa está.

Marcelo entende por fim que “trocar Jobs não é apenas algo para fazer quando se tem tempo livre, mas algo que libera tempo para você fazer as coisas que gosta e ao mesmo tempo ajudar quem precisa”. Para fazer parte desta rede, acesse o site www.winwe.com.br. Cadastre-se, divulgue e ofereça seus serviços.

Fonte: Catraca Livre

Faça seu aplicativo em minutos e sem pagar nada

por Vinícius Boppré, do site Por Vir

Se você não é uma daquelas pessoas que fica com os olhos vidrados no celular, navegando nas redes sociais ou jogando, certamente conhece alguém assim. Já deve ter ouvido histórias de aplicativos que em poucos dias alcançaram milhões de usuários e pode ter se questionado: será que é difícil fazer um aplicativo?

O site Universo.mobi permite que qualquer pessoa crie o seu próprio app em poucos minutos, de maneira simples e intuitiva. Com mais de 30 mil ferramentas criadas em seu primeiro ano, essa “fábrica de apps” já rodou o mundo e chega a registrar, em um dia, mais de 100 novos aplicativos. “Nossa principal missão é incluir, permitir quem não tem acesso à criação de aplicativo possa construí-lo de forma gratuita. Assim, a manicure, o massagista, qualquer pessoa pode desenvolver seu app”, diz Gregório Marin, cofundador da Universo.mobi.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Mais da metade das escolas públicas não escolheram livros didáticos

Mais da metade das escolas públicas ainda não escolheram os livros didáticos que serão usados pelos estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental no ano que vem. O prazo para a escolha vai até a próxima segunda-feira pela internet. Segundo o último levantamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), até esta quinta-feira, 32.119 escolas, que correspondem a 63% dos centros de ensino, não haviam selecionado as obras que vão usar.
A escolha deve ser feita pelos professores, diretores e coordenadores pedagógicos. Eles deverão selecionar livros para todas as disciplinas: português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira (inglês ou espanhol). Para ajudar, uma lista com todas as obras está disponível também no portal do FNDE (www.fnde.gov.br). O Guia de Livros Didáticos 2014 traz resumos e informações de cada uma das obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).
Os professores podem indicar os livros mais adequados ao projeto de ensino de cada escola. O FNDE disponibiliza ainda uma série de documentos de apoio, como orientações para a escolha, compromissos da escola e normas de conduta. Os representantes das escolas podem escolher duas opções para cada disciplina, de editoras diferentes. Caso não seja possível negociar os livros com a editora da primeira opção, o FNDE tenta adquirir as obras da segunda opção.
A autarquia ressalta as vantagens de participar do programa. Pedindo os livros dentro do prazo pelo FNDE é possível conseguir preços abaixo dos de mercado, uma vez que as obras são pedidas para todo o país, em grande quantidade. A previsão é comprar quase 90 milhões de exemplares para 13 milhões de alunos e 1 milhão de professores dos anos finais do ensino fundamental.
Os livros devem ser usados por três anos consecutivos, explica o FNDE, por isso, têm uma estrutura física resistente. A autarquia destaca também a importância de se conservar o livro para que possa ser aproveitado por mais de um aluno.
Fonte: Terra

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Fuentes de información en internet


Actualmente a través de Internet puede accederse a consultar fuentes de información imprescindibles en cualquier investigación. Entre las primeras fuentes de información disponibles en Internet se encuentran los catálogos de las grandes bibliotecas, a estas se han unido importantes bibliografías, directorios e instituciones. Además de los registros bibliográficos, en las bibliotecas virtuales se pueden consultar y leer textos completos. Para facilitar a nuestros usuarios internautas sus consultas en Internet se han seleccionado diversos portales web que se han agrupado por tipología y materias. 

Para un primer acercamiento a un determinado tema es recomendable iniciar las búsquedas en los índices o directorios. Se trata de páginas bien indizadas, útiles para conocer las fuentes de información que sobre esa materia existen en Internet.

  • The WWW Virtual Library, una asociación de voluntarios expertos en una materia que configuran listas de recursos electrónicos referentes a su área.
Otras selecciones temáticas de recursos electrónicos son las que elaboran las bibliotecas universitarias:
Otros recursos electrónicos en bibliotecas universitarias:

SciELO Livros tem cerca de 350 livros acadêmicos para download

SciELO_books

Liderado pelas Editoras da Fio Cruz (Fundação Oswaldo Cruz), UFBA (Universidade Federal da Bahia), Unesp (Universidade Estadual Paulista), e Fapesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) o projeto “SciELO Livros”  disponibiliza aproximadamente 350 livros, científicos e técnicos, para download. O projeto visa à publicação on-line de coleções de livros de caráter científico, editados, prioritariamente, por instituições acadêmicas. A previsão para 2013 é que o acervo ultrapasse 500 títulos. Os livros, que estão disponíveis nos formatos ePUB e PDF, são formatados de acordo com padrões internacionais e podem ser lidos no próprio site ou baixados integralmente sem nenhum custo.
O objetivo do projeto é aumentar a visibilidade, acessibilidade, o uso e impacto dos livros, e contribuir para o aprimoramento continuado das capacidades das editoras participantes em gestão de processos de edição, publicação e comercialização on-line de livros. Para integrar o projeto SciELO Livros, editoras e obras são selecionadas de acordo com padrões de controle de qualidade aplicados por um comitê científico.
Em 2012, o Programa SciELO conquistou pela segunda vez o primeiro lugar entre os maiores portais abertos de informação científica do mundo, de acordo com o ranking Web of World Repositories (Webometrics), site de auditagem que mede a visibilidade de repositórios científicos nos principais mecanismos de busca da internet.

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a  Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.
A redação de trabalhos científicos, elaborados para serem publicados em revistas de alto impacto (como a ScienceNature e a Clinics) é um dos gargalos para o crescimento da produção científica das universidades, incluindo a própria USP, afirmou o pró-reitor de pesquisa da instituição Marco Antonio Zago, em reunião recente com dirigentes da universidade. ”A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse  Zago.
crédito Brian Jackson/Fotolia.com







É por isso que o curso on-line de escrita científica foi pensado de forma didática e intuitiva. Desenvolvido pelo professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, o curso é dividido em oito módulos e conta com videoaulas que explicam, passo a passo, cada uma das partes que compõem o paper (títulos, introdução, resultados, conclusões). Há um tópico especial sobre a elaboração de textos científicos em inglês.
Além das videoaulas – que podem ser consultadas a qualquer momento -, os interessados ainda contam com apostilas explicativas e materiais didáticos extras, que trazem indicações de obras de referência recomendadas por Zucolotto. Todos os materiais podem ser baixados livremente. O curso, no entanto, não disponibiliza a emissão de certificados.
Inovação
O baixo índice de repercussão internacional de parte da pesquisa produzida nacionalmente é um dos principais problemas que impactam diretamente na inovação do Brasil. No ranking do Índice Global de Inovação 2013produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, por exemplo, o país ficou em 64ª lugar entre 142 países.
A análise de problemas na qualidade dos artigos científicos foi um dos destaque nas reuniões do último encontro realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife, no final de julho. Na ocasião, representantes de agências de fomento apontaram a necessidade de estimular a qualidade dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros, especialmente quando os artigos são feitos em inglês.
Offline
E para quem preferir o curso presencial, a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) promove, dia 17 de agosto, das 8h30 às 17h30, o curso avançado Como elaborar artigos científicos para eventos e revistas. O curso será ministrado por Gilson Volpato, professor do Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu.
Informações: (11) 3091-2949

USP lança portal com 800 videoaulas gratuitas

Com a intenção de disponibilizar para o Brasil parte de seu acervo didático, a Universidade São Paulo (USP) criou o Portal e-Aulas USP. São cerca de 800 videoaulas divididas em três categorias específicas: Exatas, Humanas e Biológicas.
Internautas podem acessar a vontade e assistir a aulas isoladas ou a matérias inteiras. Tudo Catraca Livre e sem inscrições. O único porém é que o site não emite certificados oficiais aos usuários.
O endereço virtual foi elaborado pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da instituição. Além do material divulgado, o portal também compilou vídeos relacionados e possibilitou o compartilhamento de todo o seu conteúdo via redes sociais.

Veduca: assista uma aula sobre Teoria dos Jogos ministrada em Yale

A contribuição dos jogos para o desenvolvimento do saber tem como foco um elemento fundamental para qualquer profissional: a estratégia. O siteVeduca disponibilizou mais uma videoaula legendada e gratuita. Desta vez, quem ministra a palestra é o professor de Economia da Universidade de Yale (EUA), Ben Polak.
O encontro tem como tema 5 lições iniciais sobre a Teoria dos Jogos. As atividades são formas dinâmicas de aplicar conceitos lógicos durante desafios propostos aos estudantes. Com isso, torna-se possível desenvolver alternativas para questões complexas – e que pedem muito mais do que um “sim” ou “não” como resposta. Esses jogos, que se assemelham a charadas, buscam ressaltar o processo estratégico adotado pelos participantes.

Fundação Getúlio Vargas disponibiliza cursos online gratuitos


Getty Images
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A carga horária dos cursos varia de cinco a 30 horas
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) disponibiliza cursos online gratuitos voltados a diferentes áreas do saber, como direito, administração, história, comunicação, gestão financeira, entre outras. As aulas em vídeo podem ser acompanhadas a qualquer momento.
A carga horária varia entre cinco e 30 horas por curso, e há entrega de certificado virtual para quem tirar nota acima de 7 no teste final.
A Fundação faz parte do OpenCourseWare Consortium, um consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos gratuitamente.
Para ter acesso aos cursos, basta acessar o site da FGV.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Documentário argentino questiona métodos arcaicos da educação

A Educação Proibida, documentário argentino que questiona os métodos arcaicos da educação, é o destaque na programação adulta da 12ª Mostra de Cinema Infantil nesta segunda-feira. Visto 8 milhões de vezes no YouTube, o filme será apresentado no Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, às 8h30min. 

Após a sessão aberta ao público, o diretor argentino German Doin participará de um bate-papo com a plateia, mediado por Mônica Fantin, autora de Crianças, Cinema e Educação: Além do Arco-Íris e parte do júri oficial da Mostra.

Com fortes críticas a currículos escolares e ao anacronismo da educação, A Educação Proibida propõe experiências de ensino diferentes e vem gerando debates em vários países. German ouviu mais de 90 educadores de propostas educativas alternativas da Ibero-América (Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Equador, Colômbia, México, Guatemala e Espanha) e questiona as bases e os métodos da educação ocidental, baseada num sistema competitivo de qualificações.

O documentário chega ao Brasil logo depois da ida do povo às ruas exigindo, entre outras demandas, uma educação de qualidade. E a realidade mostrada no documentário é a de um modelo que não conseguiu se modernizar e se mantém o mesmo há 200 anos com o professor transmitindo o conhecimento e cobrando por meio de provas.

Financiamento coletivo viabilizou filme
Um dado importante para o sucesso do filme é que ele foi financiado coletivamente (via crowdfunding). Pouco mais de 700 pessoas se tornaram coprodutoras e divulgadoras espontâneas do material. 

O vídeo usa uma licença creative commons, que permite a reprodução desde que para fins não-lucrativos e compartilhamento pela mesma licença. É possível encontrar as legendas em vários idiomas.

Confira o site oficial do documentário em educacionprohibida.com

A educação segue em pauta na Mostra de Cinema às 14h de segunda-feira, com o tema Escola e Audiovisual. Participarão do debate o secretário municipal de Educação, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz; a coordenadora geral de Cultura e Educação do MinC, Carla Dozzi; Maria Angélica Santos, do Programa de Alfabetização Audiovisual; Fabiana Marcello, da UFRGS; e Patrícia Durães, do Clube do Professor-Cinespaço.

Algumas propostas para a educação apresentadas no documentário  

— Conteúdo-conhecimento não é a coisa mais importante, a informação não é correta para sempre, ela pode variar. O ideal é aprender a aprender, aprender a distinguir, interpretar por si só, tudo é relativo, de acordo com o contexto.

— O desempenho não é o mais importante, deve haver um objetivo a atingir. O importante são os objetivos pessoais e apreciar o processo em harmonia, o crescimento e a aventura de progredir. Em sala de aula não deve haver nenhuma hierarquia, para não se transformar em uma jaula. O professor não é superior ou tem o direito de dar ordens, é um companheiro, um guia que promove a democracia, a autonomia, a diversidade.

— O sistema de qualificações não funciona. O esquema é de autoprofecias cumpridas. A pedagogia é uma ciência social que não pode ser medida numericamente. Avaliação é um processo.

— Os valores não são para ser ensinados, mas para ser vividos. A cognição de valores e conhecimento é baseada em emoções, a melhor maneira de educar é pelo exemplo.

— As lutas de poder e a competitividade causam danos para a criança. Há que democratizar a sala de aula. Torná-la um lugar participativo, cheio de paz.

Críticas feitas pelos educadores
"As escolas e os colégios na América Latina não são mais do que espaços de tédio e aborrecimento. Um professor diante de uma classe em pleno século 21, isso não tem o menor sentido", Carlos Alberto Jiménez Vélez, neuropedago, Colômbia

"Por que o estudante fracassa na escola? No meu entendimento, não é o estudante que fracassa, mas o sistema que está fracassando. O aluno não aprende a ler compreensivamente, não aprende as operações matemáticas, ele aprende muito pouco. A reforma educacional é um problema de concepção básica", Carlos Calvo Muñoz, doutor em educação, Chile

"O conhecimento está mudando permanentemente, mas os sistemas educativos não acompanham as mudanças", Vicky Colbert, da Fundação Escola Nova, Colômbia.

"Todo mundo fala em paz, mas não se educa para a paz. Nossa educação estimula a competitividade, onde há ganhadores e perdedores", Pablo Lipnizky, Colégio Mundo Montessori, Colômbia.

terça-feira, 2 de julho de 2013

iAulas: mais de 12 mil apostilas e cursos virtuais gratuitos

Para quem quer aprender, o portal iAulas disponibiliza cursos virtuais, livros digitais e milhares de apostilas gratuitamente. Para quem quer ensinar, também vale a dica do site que pode, além de tudo, render um dinheiro extra.
O programa é associada a ABED (Associação brasileira de ensino a distância) e todos os cursos são analisados pela equipe pedagógica do iAulas. Além disso, todo aluno que concluir um curso receberá um certificado sem custo.
Aproveite o acervo completo – e também gratuito – de materiais para estudo da internet, onde são disponibilizados mais de 10 mil apostilas e vídeo aulas e mais de 40 mil exercícios.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Portal Troca de Livros funciona como uma ponte entre internautas


Getty Images
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Conforme realiza trocas, o usuário ganha pontos de reputação no portal Troca de Livros
O site Troca de Livros faz o intermédio entre leitores que desejam trocar obras de qualquer gênero. Anunciando no portal, que é de uso gratuito, é possível interagir com outras pessoas que possuem livros e querem fazer negócio sem envolver dinheiro.
Conforme realiza trocas, o usuário do site ganha pontos de reputação. O portal funciona apenas como um mediador, as trocas são combinadas entre os próprios leitores, por meio do sistema de mensagens do site.
Para anunciar ou procurar um livro, basta fazer um cadastro rápido no site Troca de Livros.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Atención en primaria e infantil: Los traductores de papiros Nivel inicial I

Nueva actividad para trabajar la atención la memoriay el razonamiento lógico. Con el divertido nombre de LOS TRADUCTORES DE PAPIROS. Para que sea más divertida y atractiva hemos preprado esta introducción que hará que nuestros alumnos se interesen por realizar la actividad. En un viaje de vuestros padres por el antiguo Egipto, os han traído un regalo muy original, un papiro donde hay unos dibujos muy interesantes. Vuestros padres os cuentan que en el papiro están representadas por un jeroglífico de dibujos, diferentes palabras. Además del papiro, os han dado un papel mágico para poder traducir los jeroglíficos. 

EJEMPLO DE LA ACTIVIDAD
INCLUIMOS LAS SOLUCIONES
DESCARGATE LA ACTIVIDAD EN PDF
EL ALFABETO EGIPCIO

segunda-feira, 30 de julho de 2012

A Neurociência parceira da Educação!

Colaboração da tutora UFSC Mara Gonzalez <lincmara@ig.com.br>


No dia 13 de julho de 2012, a UFSC teve o privilégio de receber o neurocientista e matemático francês Dr. Stanislas Dehaene, diretor do INSERM – CEA Cognitive Neuroimaging (França) para palestras e lançamento do seu livro Reading in the Brain. No Brasil, o livro, com 374 páginas, foi publicado pela Editora Penso, de Porto Alegre, e o título recebido em português foi Os neurônios da leitura, como a ciência explica a nossa capacidade de ler, com a assessoria e a tradução esmerada realizada pela professora emérita da UFSC, Dra. Leonor Scliar-Cabral.

A obra foi reconhecida pelo prestigioso jornal The Washington Post como o melhor livro científico do ano. Entre outras razões que se descobre à medida que se lê, acaba por se confirmar como uma importante ferramenta para todos, sejam educadores, pais, os mais diversos profissionais da saúde, etc. No Centro de Eventos da UFSC, no auditório Garapuvu, o Dr. Stanislas, diante de um público atento que era tanto de Santa Catarina como de outras regiões do Brasil, e composto em sua grande maioria por educadores, expôs suas pesquisas com simpatia e simplicidade. O Dr. Stanislas apresentou resumidamente suas pesquisas e fez o auditório refletir sobre o processamento da aprendizagem da leitura diante das novas contribuições que a neurociência tem trazido. Houve, após a palestra, o Colóquio: Neurociência na Região Sul cujo debate foi interessante. Seguido do lançamento oficial do livro com direito aos autógrafos.

Um dos pontos fortes na pesquisa é a abordagem sobre como se processa a leitura e podemos citar também a abordagem sobre dislexia apresentados como frutos de pesquisas e interações com outras equipes de trabalho a nível mundial. A contribuição da ciência para entender melhor como uma pessoa aprende a ler e se realmente lê ou não, as dificuldades que uma pessoa disléxica apresenta, foram explicadas de forma didática. Por isso, para quem se interessa pelo tema, a obra lançada é uma leitura ideal para educadores em todos os âmbitos; assim como todos que compõem uma equipe multidisciplinar de ensino e aprendizagem, incluindo pais que procuram entender melhor o momento de aprendizagem de seus filhos.

Um bom começo também será acompanhar as descobertas sobre o funcionamento do cérebro e como se relacionam com aprendizagem de leitura. A plasticidade neuronal também é um assunto para que todos fiquem por dentro. Saber mais como se dá o processo neuronal e a maravilha que foi “a invenção da leitura”, sem dúvida nos levarão a uma reflexão sobre como aproveitar estas descobertas e enriquecer nosso dia a dia.

Confira o Raio X do livro


Neurônios da Leitura é um livro que apresenta a lógica oculta da ortografia. Com exemplos práticos e os resultados de uma pesquisa pioneira, você irá descobrir como as línguas e o sistema da linguagem são processados. A conclusão? O cérebro possui uma força e uma capacidade inimaginável de se adaptar e de se transformar.

Os capítulos abordam como se dá o processo de leitura, o funcionamento do cérebro, como ocorreu a invenção da leitura e como o ser humano aprende a ler. Aprofunda-se, também, nas questões relacionadas com dislexia, leitura e simetria. O autor propõe a construção de uma cultura dos neurônios, com grande impacto na área de aprendizagem e educação. Leitura imperdível.

Livro: Os neurônios da leitura
Autor: Stanislas Dehaene
Tradução: Leonor Scliar-Cabral
Editora: Penso / Grupo A
Ano: 2012
No. Páginas: 374
Preço: R$ 70,00

Informações retiradas do blog: Neurônios da Leitura

Conheça mais informações no blog Neurônios da Leitura:

domingo, 1 de julho de 2012

Procesos revolucionarios, bibliotecas y movimientos culturales

Libro en acceso abierto: Procesos revolucionarios, bibliotecas y movimientos culturales [XXVIII Coloquio de Investigación Bibliotecológica y sobre la Información]

Disponible para consulta y/o descarga aquí:
<http://132.248.242.3/~publica/archivos/libros/xxviii_coloquio_cuib.pdf>.





Para conocer más informaciones, visita la página de UNAM en el facebook.

sábado, 30 de junho de 2012

Aprendizagem desafiadora com currículos mais flexíveis

Num mundo cada vez mais complexo e heterogêneo, a educação precisa dar passos mais acelerados e respostas mais coerentes, com novas formas de desenvolver competências cognitivas, relacionais e éticas.

Aprendizagem ativa, lúdica e diversificada

Quanto mais informação, mais importante é saber escolher, avaliar as informações importantes em cada etapa da aprendizagem, contextualizá-las, sintetizá-las e interligá-las com as atividades concretas pessoais e grupais. Não basta compreender, é fundamental também saber conviver presencial e digitalmente, saber acolher, interagir, colaborar física e online e mostrar coerência ética nas mais diferentes situações.

Com tantos jogos hipersensoriais em tantas telas e situações, a aprendizagem está mais e mais mediada por situações lúdicas, individuais e grupais, que facilitam a experimentação, a vivência sem perigo de desafios fascinantes, de simulação hiperrealista de competições. Mas o processo de aprender se potencializa se há uma reflexão mais sistemática e aprofundada após o jogo, se os alunos ultrapassam o nível sensorial e do senso comum e conseguem realizar sínteses elaboradas e captar relações muito mais ricas do que as sensoriais.

A aprendizagem avança mais por desafios, por interação com práticas significativas e reelaboradas cognitivamente. Todos os espaços são potencialmente ricos de aprendizagens significativas, os espaços próximos e os distantes, os formais e informais, os escolares, profissionais e os sociais. Infelizmente muitos se perdem no emaranhado das dispersões, do entretenimento auto-referente, do surfe inconseqüente. A tentação de querer acompanhar tudo, de abrir múltiplas janelas contribui para a superficialidade da percepção, para uma tensão em relação às perdas inevitáveis, a uma dificuldade de fazer escolhas enriquecedoras e de médio prazo.

Caminhamos aceleradamente para que a maioria das escolas e dos alunos tenha muito mais acesso e contato com as tecnologias digitais móveis, possibilitando a criação de múltiplas redes de aprendizagem entre iguais e diferentes, entre próximos e distantes, entre pessoas de áreas de conhecimento muito diversificadas. Quanto mais ampliamos nosso contato com os diferentes, mais pontos de vista incorporamos, maior leque de opções teremos e mais sinergia possível.

Para ler o post na íntegra, visite o site do prof. Moran: Educação humanista inovadora

terça-feira, 5 de junho de 2012

5 FERRAMENTAS PARA PEGAR PLAGIADORES NO ATO

Ser vítima de plágio é um medo de muitos blogueiro. Entretanto o hábito de copiar e colar sem dar créditos a fonte é algo que se prolifera na blogosfera como uma praga. Para quem está interessado em descobrir se está sendo vítima de kibadores (blogueiros que copiam textos alheios) existe uma quantidade considerável de ferramentas gratuitas disponíveis na internet. Quer saber quais são algumas delas confira a lista abaixo:

1 – Viper
Esse programa gratuito promete te ajudar a pegar aquele kibeiro que copiou o seu texto e nem mencionou seu nome no post. Entretanto é bom ter cuidado, as vezes esse programa confunde postagens parecidas com plágio. Lembre-se, no mundo da Internet se você tem uma grande ideia outras milhares de pessoas também a tiveram.

2 – Plagius
Quer pegar aquele seu estudante metido a esperto no flagra? O plagius é o seu programa. Esse softwere analisa documentos em diversos formatos, que vão do PDF ao OpenOffecce. A vantagem dessa ferramenta está na simplicidade do seu uso.

3- Plagium
Para quem está interessado em pegar um kibeiro, mas não gosta muito de ficar instalando programas em seu computador o site plagium é o que eu você precisa. Essa ferramenta faz uma busca na web para encontrar kibeiros que andaram plagiando no seu blog.

4 – AntiPlagiarist
Esse programa é outra ótima pedida para pegar kibadores no flagra. Com uma interface simples que não exige grandes esse softwere percebe plágio tanto na rede como em trabalhos acadêmicos.

5 – Embed Article
Serviço gratuito via web que tem como objetivo encontrar cópias não autorizadas do seu texto. Com o Embed Article kibadores não tem muita vez. Esse tipo de ferramenta é vantajosa por economizar espaço na memória do seu computador e para quem não tem super-máquinas isso vale ouro.

Como não poderia ser diferente, confira os links no post original, no Site Nuvem Digital.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

El pedo argentino

Esto aconteció y tuvo como protagonistas a una familia rioplatense y una visitante canadiense que se alojó en su casa por espacio de tres meses. La historia es digna de un profundo análisis lingüístico y, palabra más, palabra menos, es totalmente verídica. 

Transcurría un plácido almuerzo, cuando de pronto, la ilustre visitante, en un castellano con marcado acento canadiense, preguntó inocentemente:

- Pero.... para ustedes ... ¿todo es pedo?
- ¿¿¿Cómo...???
- Sí, claro...Es que hay cosas que todavía no entiendo del todo....
- ¿Por ejemplo?
- Hoy Agustín fue caminando hasta el centro a cambiar una remera y el negocio estaba cerrado. Cuando volvió dijo: 'Me hicieron ir al pedo'.
- Claro, eso significa que fue de gusto... o sea, en vano, inútilmente..
- Sí, sí, pero en plural es diferente. Cuando el otro día vinimos en taxi, al bajar Micaela dijo: 'Este tachero nos trajo a los pedos'...
- Eso quiere decir que venían rápido...
- Sí, ya me di cuenta. Pero me resulta difícil entender la diferencia del singular al plural... Además... hay otras frases que no son lo mismo, por ejemplo: Estar 'en' pedo, que estar 'al' pedo.
- Claro, estar 'en' pedo, es estar borracho; estar 'al' pedo, es estar sin hacer nada...
- ¡Eso! ¡eso!, suena parecido a ir 'al pedo'... Pero.... también lo usan cuando quieren significar negativa a hacer algo...
- A veces, en ese caso decimos: - 'No voy a ir ni en pedo', que significa que de ninguna manera lo haremos, o sea... ni borracho iría, ¿me entendés?
- Sí, ahora sí. Aunque todavía me queda otra; cuando el otro día Agustín no puso la mesa y vos te enojaste, Agustín luego me contó que vos lo habías 'cagado a pedos'....
- Sí, en ese caso quiere decir que lo reté, que le llamé la atención...
- Ahora entiendo un poco más... pero... me acordé de otra. Cuando fuimos al partido de fútbol y el delantero hizo un gol, el comentario de Agustín fue: 'Le salió de pedo'...
- Eso significa que lo hizo por pura suerte, que fue de casualidad...¿sí?
- Sí. Una última pregunta....¿qué quieren decir cuando Micaela le dice a Agustín: '¿¿¿¡¡¡vos... te tiraste un pedo!!!???'
- Ah no, disculpame, los otros pedos no importan, pero eso… no se dice, es de muy mala educación decirle a otro en público, que se tiró un pedo...
ES AL PEDO TRATAR DE EXPLICAR NUESTRO IDIOMA A UN EXTRANJERO ...
...
 y a otros hispanohablantes, diría yo.
Mensaje enviado para Paula Balbis por e-mail de: Jaime de Vigo

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Plataforma de ensino à distância de MIT e Harvard

As duas melhores universidades do mundo – MIT e Harvard – fizeram um anúncio que estabelece um marco na história da educação. Uma plataforma conjunta na internet de ensino à distância (veja mais detalhes aqui). Ninguém que se interessa pela aprendizagem poderá deixar de acompanhar essa experiência.
Afinal, não é apenas um sistema de cursos à distância, o que já existe. E nem pelo fato de que são as duas universidades que, no ranking mundial, ocupam os primeiros lugares em qualidade.
A proposta é ser um laboratório, em que se descubra como se aprende na internet e quais os recursos precisam ser inventados para resolver as falhas.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Los usuarios de redes sociales consiguen más empleo

Más de 22 millones de trabajadores estadounidenses han conseguido sus empleos actuales gracias a sus conexiones en redes sociales
Es un dato extraído de una encuesta realizada por el fabricante de software Jobvite. 
Este dato implica un aumento de un 53% respecto a la misma encuesta realizada el año pasado. 
La encuesta se realizó a 1.200 trabajadores, un 69% de los cales fueron clasificados como solicitantes de empleo a aquellos que se encontraban en un periodo de búsqueda activa de un trabajo como los que cambiarían de empleo si se presentara una oportunidad.
Las redes sociales cada vez mezclan más ocio con trabajo y su uso puede ayudar a buscar empleo, especialmente en estos momentos donde los departamentos de Recursos Humanos prefieren tirar de contactos antes que apostar por alguien sin referencias. 
Según la encuesta Jobvite calcula que 18,4 millones de estadounidenses encontraron su trabajo actual a través de Facebook
Más de diez millones lo hicieron a través de LinkedIn y ocho millones hicieron lo propio usando Twitter
La suma es superior a los 22 millones porque varias personas dijeron haber usado varias redespara buscar empleo.
Según la encuesta el 86% de los encuestados tenía un perfil en alguna red social. 
La más usada es Facebook (84%) y le sigue Twitter (39%) y LinkedIn (35%). 
El 31% de los encuestados tenía un perfil en las tres. 
Las redes sociales se pueden usar de varias maneras para buscar y encontrar trabajo. Una de ellas es dejar bien claro a tus contactos que estás en un periodo de búsqueda activa de empleo
Otra es suscribirse a fuentes de información sobre empleo. 
Pero también son una presentación de nuestro currículum y nuestra persona. 
Cada vez más departamentos de Recursos Humanos revisan los perfiles sociales de las personas que están en un proceso de selección para un puesto de trabajo ofertado.

Fuente: Conectividad